“Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8,12)
Caro Colaborador/Colaboradora,
Anualmente, no dia 26 de junho, celebra-se o Dia Mundial contra o Abuso e o Tráfico Ilícito de Drogas, data estabelecida pela ONU em 1987 com o objetivo de fortalecer a ação e a cooperação internacionais para alcançar um mundo livre do abuso de drogas.
O tema de 2024 “A evidência é clara: investir na prevenção” quer lembrar a necessidade de se quebrar o ciclo de sofrimento, o que significa começar pelo início, antes que as drogas vençam, investindo na prevenção.
Seguem algumas palavras do Papa Francisco: São João Paulo II afirmou que “a toxicodependência empobrece todas as comunidades onde ela ocorre. Diminui a força humana e a fibra moral. Mina os valores estimados. Destrói a vontade de viver e de contribuir para uma sociedade melhor”. É o que fazem a toxicodependência e o consumo de drogas. Mas recordemos, ao mesmo tempo, que cada toxicodependente traz consigo uma história pessoal diferente, que deve ser escutada, compreendida, amada e, na medida do possível, curada e purificada. Continuam a ter, mais do que nunca, uma dignidade como pessoas que são filhos de Deus”. Todos têm uma dignidade!
No entanto, não podemos ignorar as más intenções e ações dos contrabandistas e dos traficantes de drogas. São assassinos! O Papa Bento XVI usou palavras severas durante a visita a uma comunidade terapêutica: “digo aos que comercializam a droga que pensem no mal que estão provocando a uma multidão de jovens e de adultos de todos os segmentos da sociedade: Deus vai lhes exigir satisfações. A dignidade humana não pode ser espezinhada desta maneira”. E a droga espezinha a dignidade humana!
Perante a trágica situação da toxicodependência de milhões de pessoas em todo o mundo, diante do escândalo da produção e do tráfico ilícito de tais drogas, “não podemos ficar indiferentes. O Senhor Jesus parou, fez-se próximo, curou as feridas. Segundo o estilo da sua proximidade, também nós somos chamados a agir, a parar diante de situações de fragilidade e de dor, a saber escutar o clamor da solidão e da angústia, a inclinar-nos para levantar e dar nova vida a quantos caem na escravidão da droga”. E rezemos pelos criminosos que dão drogas aos jovens: são criminosos, assassinos! Oremos pela sua conversão!
Que Deus nos ajude a assumir a responsabilidade diante deste mal. Jesus, ao compartilhar da nossa condição humana, curou nossas feridas; assim também nós, como cristãos, somos chamados a agir e não devemos ser indiferentes a essas situações de sofrimento.
Abraços fraternos,
Equipe de Coordenação,
Cáritas Arquidiocesana de Campinas
0 comentários